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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ícones do Passado inspiram o Presente: novo corte de cabelo da Emma Watson


(Créditos de Imagens - The Huffington Post e Gone Movies)

Como vocês leram aqui no VdM em junho, a atriz americana Jean Seberg foi uma grande fonte de inspiração de estilo, copiada e adorada por muitas mulheres na década de 60. Mas, como todo ícone que preze, ela continua inspirando mulheres até hoje, e a mais recente "pupila" foi a atriz inglesa Emma Watson. Li um post muito interessante no Fashionismo.com.br (recomendo a leitura) no qual é apontada a linhagem desse corte curtinho, que valoriza muito o rosto e dá um toque delicado a quem se arrisca nele. São lembradas como inspiradoras desse corte a Mia Farrow e a Twiggy (dois dos exemplos mais famosos desse visual), mas não se pode esquecer de Jean Seberg e sua beleza tranquila e instigante. É difícil encontrar uma imagem da atriz em que ela não esteja com as indefectíveis mechas muito curtas e muito loiras.

E, só para mostrar como Jean Seberg não inspira só um corte de cabelo, mas todo um estilo, fica o vídeo da americana Hannah Dilworth, perfeita tradução contemporânea do modo "Nouvelle Vague" de se vestir:



domingo, 1 de agosto de 2010

Ícones do Presente: Marion Cotillard



As mulheres francesas têm, por tempos, encantado, inspirado e mistificado homens e mulheres de todos os tipos, tamanhos e gostos. E, a cada década, surge uma nova musa daquelas terras que deixa a todos caídos de joelhos, tal qual súditos diante de uma rainha. Confesso que nunca entendi muito bem o poder de atração das mulheres francesas, apesar de admirar sua capacidade de sobreviver com um guarda-roupa enxuto e apoiado basicamente nos clássicos eternos (leia também: Neo-frugalismo e o guarda-roupa francês). Mas, desde então, descobri a existência de Marion Cotillard, e ela rapidamente entrou no rol das minhas musas de estilo.

Ela não é só muito bonita e uma ótima atriz, mas é também uma mulher que sabe exatamente o que lhe cai bem, a tal ponto de até suas "fotos de aeroporto" (o "airport style", que ganha cada vez mais atenção de paparazzi e fashionistas) serem alvo de suspiros admirados de seus fãs. Ela tem aquilo que os anglo-parlantes chamam de allure, que é um poder quase sobrenatural de atrair e encantar quem a vê, e isso se deve muito à segurança que ela transmite. É clara a noção que ela passa de estar confortável consigo própria, e isso não vem simplesmente da aparência física - é algo mais profundo, que irradia de dentro para fora.

A "musa" em diferentes momentos e estilos:










A sua famosa "moda de aeroporto":












(Créditos de imagens: Zimbio, The Fab Life, Life.com, Daylife.com, Belga, Jezebel e Just Jared - via The Fashion Spot)


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ícones do Passado: Jean Seberg




Desde que me entendo por gente, busco inspiração estética no estilo e no zeitgeist de outras décadas (na maior parte das vezes, dos anos 50 e 60). Por tabela (e por serem uma preciosa fonte de conhecimento sobre a cultura de cada época), acabo encontrando inspiração em filmes, personagens e atrizes dessas décadas. E essa inspiração não necessariamente se traduz no que eu visto ou na maquiagem que eu uso, mas é um dos mecanismos norteadores da minha percepção do que é belo ou elegante.

Um ícone do passado que sempre inspirou (e continua inspirando) muita gente é a musa americana da Nouvelle Vague, a atriz Jean Seberg. Seu cabelo louríssimo e curtíssimo, suas camisas em estampa Breton e sua aura existencialista encantam e influenciam mulheres até hoje. O que faz de Seberg uma musa cujo poder perdura há tanto tempo? Talvez a mistura de simplicidade com uma beleza maior do que a vida, a expressividade de seu olhar ou sua fragilidade diante do esmagador universo do cinema - quem pode realmente saber?

Um pouco do estilo de Jean Seberg:










(Créditos de imagens: Blog Child of the Moon; Getty Images; Internet Movie Database; Style High Club; The Guardian)